A Alphabet, controladora do Google, está em um momento de alta na inteligência artificial, uma mudança drástica em relação a um ano atrás. Na época, investidores temiam que a empresa estivesse ficando para trás de concorrentes como a OpenAI. Agora, a percepção de Wall Street é de que o Google é a líder indiscutível.
Essa nova confiança foi evidente no tom otimista dos executivos da Alphabet durante a teleconferência de resultados trimestrais. A apresentação ocorreu logo após o lançamento do modelo Gemini 3, um marco importante na estratégia de IA da empresa. A performance recente das ações, apesar de uma queda pontual, reflete essa nova perspectiva de mercado.
Os investimentos em inteligência artificial estão gerando resultados palpáveis para o Google. A empresa tem visto um crescimento robusto tanto em seus negócios voltados para o consumidor quanto para o mercado corporativo. Essa estratégia agressiva de investimento, no entanto, também levanta preocupações sobre os gastos futuros, como veremos a seguir. Conforme informação divulgada pela Alphabet.
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Apesar do otimismo, a Alphabet anunciou um plano ambicioso de investimento que pode chegar a US$ 185 bilhões em 2026. Esse valor representa um aumento significativo em relação aos gastos de 2025 e supera o desembolso de concorrentes como Microsoft, Meta e Amazon. Analistas como Mark Shmulik, da Bernstein, destacam a necessidade de um retorno expressivo sobre esse capital.
“Estamos chegando rapidamente a mais de 1 trilhão de dólares em investimentos combinados em 2026 entre as megaempresas, se considerarmos tanto os investimentos quanto as necessidades de recursos associadas”, comentou Shmulik. Ele ressalta que, para que esse investimento seja rentável, o mercado para produtos de IA precisa crescer exponencialmente.
O grande trunfo do Google nessa nova fase é o modelo Gemini. O aplicativo Google Gemini, que compete diretamente com o ChatGPT da OpenAI, alcançou a impressionante marca de mais de 750 milhões de usuários ativos mensais até o final de dezembro. Isso representa um aumento considerável em relação aos 650 milhões registrados no final de setembro.
Sundar Pichai, CEO da Alphabet, destacou o engajamento crescente dos usuários, especialmente após o lançamento do Gemini 3. “No geral, estamos vendo nossos investimentos em infraestrutura de IA impulsionarem a receita e o crescimento em todas as áreas”, afirmou Pichai. Ele também mencionou que o Gemini 3 foi integrado ao “Modo IA” do buscador Google.
A versão empresarial do Gemini também está demonstrando força, com Pichai informando que o serviço atingiu 8 milhões de licenças pagas. Essa expansão para o mercado corporativo é um pilar fundamental na estratégia de monetização da inteligência artificial do Google. A empresa aposta que a capacidade e a versatilidade do Gemini atrairão cada vez mais empresas.
Embora o Gemini ainda fique atrás do ChatGPT em número absoluto de usuários semanais ativos (800 milhões em outubro, segundo Sam Altman, CEO da OpenAI), o crescimento e o engajamento do Gemini são sinais claros de que o Google está recuperando terreno e se posicionando como líder. A estratégia de investimento agressivo, embora arriscada, demonstra a confiança da empresa no futuro da IA e seu potencial para transformar negócios e a vida das pessoas.
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